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outubro 21, 2009

Devaneios.

Às vezes eu odeio a complexidade da vida. Porque ao autistar sobre o infinito, eu me perco por não compreendê-lo. É louco pensar nas proporções, quer dizer, em como somos - ou nos achamos - grandes, e na verdade somos minúsculos e frágeis.
De onde viemos? Para onde iremos? Onde estamos? O que há além do nada? O que é nada?
Não tem lógica nenhuma. E isso frustra. Porque são as perguntas mais coerentes, e para elas só temos respostas incoerentes.
Frustrante ou não, eu vou viver e esperar. Não tem outra saída a não ser essa. Porque, no final de tudo, não se sabe o que se espera. No final de tudo, não se sabe de nada.

Eu vou pro céu ou virarei purpurina?