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outubro 27, 2009

About me.

Eu sou virginiana. Isso quer dizer muita coisa, não é?! Sou perfeccionista até demais. Isso realmente me irrita, por eu cobrar de tudo uma perfeição impossível, principalmente de mim e dos outros.
Tenho sérios problemas com trabalhos em equipe. Não sou daquelas que quer impor suas ideias a qualquer custo, mas muitas vezes só me satisfaço com o que eu idealizo. Eu também me sobrecarrego de serviços por não confiar no desempenho dos outros. É muito errado. Talvez seja por esse motivo que eu me estresse tão facilmente.
Além de trabalhos, também me estresso com provas, notas, essas coisas. Fico nervosa demais, sou insegura. Então se receber uma avaliação e de cara perceber algumas questões difíceis, eu me desespero.
Um dos meus piores defeitos é a sensibilidade. Eu me chateio num estalar de dedos, por uma simples palavra! Às vezes a pessoa nem teve a intenção de me machucar, mas eu fico triste instantaneamente.
Eu sou confusa; falo besteira; tenho amigos loucos e retardados; choro demais; irrito as pessoas; falo alguns palavrões e tenho a mente poluída; gosto de RBD e não me envergonho disso; ficção para mim, só Harry Potter e a Saga Twilight; leio web novelas freneticamente; sou viciada em tecnologia; minha relação com a Disney é bipolar...

Mas relaxa! Eu não mordo. K

outubro 23, 2009

Começo, meio e fim.

Se eu pudesse definir tudo que construí indo de lugar a lugar todos esses anos, eu certamente não conseguiria. Encontrei pessoas que me ensinaram valores inestimáveis, descobri culturas que até então não conhecia, fui à lugares lindos, vivi momentos de felicidade plena. No entanto, quando chegava a hora de partir, meu mundo desabava. O meu físico não sofreu tanto com isso, mas meu emocional se abalou.
Eu tive que aprender com o tempo a me adaptar às mudanças, mesmo não querendo, mesmo chorando a cada fim, mesmo me sentindo completamente sem rumo embora tivesse um rumo a seguir. E agora eu sinto que tudo valeu a pena. E continuará valendo, a medida que eu mude, que um fim se aproxime. Porque eu também aprendi que fins são necessários, e que amadurecemos com eles. Porque nada é para sempre, e tudo tem uma ordem natural. Por mais que machuque, o que começa, termina.
Se eu pudesse mudar isso, eu o faria sem exitar. Fazer com que as coisas boas permanecessem intactas mesmo com o passar do tempo. Como um amor eterno, fazer valer o "felizes para sempre".
Mas é impossível alterar o que faz parte do viver. Porque viver é enfrentar as mudanças, sendo elas dolorosas ou não.

Que seja eterno enquanto dure.

outubro 21, 2009

Devaneios.

Às vezes eu odeio a complexidade da vida. Porque ao autistar sobre o infinito, eu me perco por não compreendê-lo. É louco pensar nas proporções, quer dizer, em como somos - ou nos achamos - grandes, e na verdade somos minúsculos e frágeis.
De onde viemos? Para onde iremos? Onde estamos? O que há além do nada? O que é nada?
Não tem lógica nenhuma. E isso frustra. Porque são as perguntas mais coerentes, e para elas só temos respostas incoerentes.
Frustrante ou não, eu vou viver e esperar. Não tem outra saída a não ser essa. Porque, no final de tudo, não se sabe o que se espera. No final de tudo, não se sabe de nada.

Eu vou pro céu ou virarei purpurina?

Prólogo.

De uns tempos pra cá eu descobri a minha paixão por escrever. Escrevo fanfics que quase nunca saem do Word, letras decadentes de canções decadentes, poemas sobre a minha revolta com a vida, essas coisas. Mas um blog sempre foi um objetivo. Daqueles que todo mundo lê, que passam boas vibrações, nos fazem filosofar, ou que simplesmente ajudam a matar o tédio. Não sei de onde veio essa vontade avassaladora, só sei que veio e eu vou realizá-la.
Também não sei o que eu vou escrever daqui pra frente. As próximas postagens podem ser mares de lamentações, ou só alegrias. É imprevisível. Mas fica tranquilo, porque tudo o que eu postar vai valer a pena. Ou não.

Pra alguém que quer publicar um best seller, começar aqui não é nada mal.